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O Crack matou Bárbara 18 Bruno 26 anos

Bem neste desabafo eu não vou fala, nada porque não tenho nada pra fala. Só gostaria que vocês prestassem atenção a tudo que esta escrito nesta carta e depois reflita e aprenda a denuncia o traficante que você sabe que atua na escola, na vizinhança aonde você mora, ou aquele também que é amigo de amigo seu, e etc. etc. etc. E que coloque em sua cabeça traficante não é amigo de ninguém por mais bacana que ele seja ( uma curiosidade - VOCÊ SABIA QUE TRAFICANTE NÃO É VICIADO EM DROGAS...?.... – SÓ OS AVIÕES, SEUS FILHOS, E SEUS PARENTES.


Pai do assassino da jovem Bárbara Calazans, de 18 anos, estrangulada neste sábado pelo namorado, Bruno de Melo, 26 anos, no apartamento do jovem, o produtor cultural Luiz Fernando Prôa lamenta que o filho tenha destruído duas famílias, "a da jovem e a dele, além de a si próprio".

Numa carta emocionada, enviada ao site do Globo às 6h da manhã deste domingo, dia seguinte ao crime, ele narra o drama que vem enfrentando há seis anos, desde que Bruno começou a se viciar em álcool, até chegar ao crack.

Leia a íntegra do relato de um pai como muitos outro neste pais tem um filho viciado:

"Meu filho começou na droga pelo álcool, no colégio, esta Droga LEGAL com que a propaganda bombardeia nossas crianças e jovens todo dia, escancaradamente, e que produz milhares de mortes no trânsito, destrói lares, pessoas do bem e é, como se sabe, a primeira droga que os jovens experimentam. A maioria segue pela vida em maior ou menor grau se drogando com ela, o álcool, outros acabam provando das ilegais, sendo que uns fogem delas, outros se viciam numa espiral crescente e veloz. Em geral, passam pela maconha, vão na boca adquiri-la, e os comerciantes, felizes, lhes oferecem um variado cardápio, self-service: cocaína, crack, haxixe, êxtase, ácido...

Sei que há seis anos perdi meu filho para o crack, mas apesar das sequelas e problemas, ele nunca deixou de ser carinhoso e educado com todos, o que lhe granjeou um número sempre crescente de amigos.

Ele passou por várias internações - tinha, desde pequeno, outros problemas mentais que se exacerbaram com as drogas. Sempre que saia das internações ficava bem. Até encontrar os amigos, tomar umas cervejas e ai a coisa saía novamente de controle. Nestes tempos o vício, apesar de grave, ainda não tinha produzido todos seus efeitos devastadores. Mas, com o tempo e a reincidência, o crack foi o devastando. Nos últimos tempos, dizia-se derrotado para o vício, vivia muito deprimido e voltara a frequentar o NA, Narcóticos Anônimos. Tentei de tudo para convencê-lo a se internar, mas vai pedir para um pinguço largar sua garrafa. É inútil. Ele foi cada vez mais descendo a ladeira. De mãos atadas, fiquei esperando pelo pior ou por um milagre, já que segundo os "especialistas", que ditam as políticas públicas para o tratamento de drogas, o drogado tem de se internar por vontade própria.

A reportagem que o Brasil assistiu esta semana, da mãe que construiu uma cela em casa, para tentar salvar o filho viciado em crack, é bem representativa de como as famílias vítimas deste flagelo estão abandonadas pelo Estado, e se virando à própria sorte. É bem possível que ela seja punida por isso. Na mesma reportagem, uma psicóloga inteligente afirmava que o viciado em crack tem de vir voluntariamente para tratamento. Este é o método correto, segundo a maioria dos que estão à frente das políticas para esta área. Será que essa profissional é incapaz de entender o estrago que o crack/cocaína ocasiona nas mentes de seus dependentes? Será que ela é capaz de perceber o flagelo que o comportamento desses doentes causam sobre as famílias?

Um drogado, ou adicto, que já perdeu o senso de realidade e o controle sobre sua fissura, torna-se um perigo para a sociedade, infernizando a família, partindo para roubos, prostituição e até assassinatos, por surto ou por droga. Esperar que uma pessoa com a mente destruída por droga pesada vá com seus próprios pés para uma clínica é mera ingenuidade destes profissionais. O Estado tem de intervir nesta questão para preservar as famílias e os inocentes. A internação compulsória para desintoxicação e reabilitação destes doentes, que já perderam todo o limite, é uma necessidade premente. Ou será que todas as famílias que vivem esse problema terão de construir jaulas em casa?

Se meu filho fosse filhinho de papai, como falaram, eu já teria pago uma ou mais internações. Mas infelizmente o papai aqui não tem grana para isso, assim como a maioria das famílias vítimas deste, que insisto em reafirmar, flagelo.

Hoje vi uma pessoa boa se transformar num assassino, assim como aquele pai de família correto, que um dia bebe umas redondas, dirige, atropela e mata seis num ponto de ônibus.

As drogas, ilegais ou não, estão aí nas ruas fazendo suas vítimas diárias, transformando pessoas comuns em monstros e o Estado não pode ficar fingindo que não vê.

Dizem que vão gastar 100 milhões para equipar a polícia, mas e as vítimas diretas das drogas como ficam? E os jovens humildes atraídos pelos criminosos para seu exército? E os policiais mortos em combate nesta via indireta da guerra do tráfico? Está na hora de acabar a hipocrisia!

Meu filho destruiu duas famílias, a da jovem e a dele, além de a si próprio. Queria sair do vício, mas não conseguia. Eu queria interná-lo à força e não via meios. Uma jovem, a quem ele amava, queria ajudá-lo e de anjo da guarda virou vítima.

Ele irá pagar pelo que fez, será feita justiça, isso não há dúvida. O arrependimento já o assola, desde que acordou do surto do crack deu-se conta do mal que sua loucura havia lhe levado a praticar. Ele me ligou, esperou a chegada da polícia e se entregou, não fugindo do flagrante. Não passarei a mão na cabeça dele, mas não o abandonarei. Ele cumprirá sua pena de acordo com a lei, dentro da especificidade de sua condição.

Infelizmente, só consegui interná-lo pela via torta da loucura, quando já não havia mais nada a fazer, num surto fatal.

Este é um caso de saúde pública que virou caso de polícia.

Que a família da Bárbara possa um dia perdoar nossa família por este ato imperdoável. Chorei por meu filho 6 anos atrás. Hoje minhas lágrimas vão para esta menina, que tentou por amor e amizade salvar uma alma, sem saber que lutava contra um exército que lucra com a proibição (que não minimiza o problema, pelo contrário, exacerba), por um bando de tecnocratas e suas teorias irreais, e para um Estado que, neste assunto, se mostra incompetente.

Luiz Fernando Prôa, o pai

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UPPs. 'Para quê?'

Vejo a questão das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) com certa reserva. Porém, de certa forma nunca se procurou acertar a questão da segurança como agora. Não vejo como solução, os governos chegam e partem sempre, e então me pergunto: por onde andam os "brizolões"? Por onde andam os restaurantes e hotéis populares? Por onde andam os "cheques-cidadão"? A questão é infinitamente mais complexa que implatar UPP, haja vista que já vimos novos soldados das unidades se envolvendo em crimes. Será que em 2014 não estarei aqui perguntando por onde andam as UPPs, por onde andam as UPAs?

Essa é a grande questão.
A vaidade dos governantes faz com que mesmo que o projeto do antecessor seja bom eles parem.
Talvez hoje não precisássemos de UPPs se os colégios integrais tivessem continuado na forma total, se tivéssemos professores bem preparados e com salários dignos, onde as crianças estariam aprendendo ginástica, futebol etc, onde elas pudessem ter momentos de lazer com educação integral, alimentação, tratamento médico e psicológico, aprendendo uma profissão, com aulas de cidadania e civismo.

Para quê UPP?
Não adianta matar a cobra e deixar os ovos. Os ovos do mal continuam lá, não adianta matar traficantes e ostentá-los para a imprensa, pois os ovos continuam sendo gerados, os traficantes estão migrando para Niterói, Angra dos Reis, Região dos Lagos, Região Serrana...

UPP é solução
Para uma elite que nunca se preocupou com os mais humildes: "meu filho está bem, dane-se o filho da favela".

E o resultado está aí.
Só houve preocupação com o crack quando ele foi para o asfalto. Na favela, quem estava preocupado? Meu filho tem boa alimentação, estuda nos melhores colégios, na melhor faculdade, para quê me preocupar?

Hoje só estão criando UPPs pelos eventos esportivos no "Brazil". Se não fosse isso, não haveria UPPs. O que é mais barato, a prevenção ou a cura?

Não sejamos idiotas.
Não deixem que nos enganem com o mau uso do dinheiro público.
Para quê UPPs?

Este DESABAFO foi escrito por um leitor do Globo. Getulio Neto em artigo do leitor 28/04 /10

GRAVIDEZ

NA ADOLESCENCIA
De Galdino

Garotas bobas, que se deixa enganar por um moleque babaca, que não sabe namorar, e nem tão pouco amar.

Ele acha que a vida é feita de sexo, e não de amizade e respeito, são uns otários.

Que engana as meninas, envolvendo as na teia do prazer, levando as até o máximo.

E o otário que pensa que é esperto, não sabe parar e vai até o fim.

Não usa camisinha, não quer saber se a menina esta prevenida, e acaba engravidando a, trazendo assim para ela um problema familiar, e uma criança ao mundo.

Obs: Noventa e nove por cento destes espertos babacas não assume e sim somem...!

Largando uma criança tomando conta de outra criança, perdendo assim a sua infância, só porque o corpo foi fraco,
e se envolveu com um esperto babaca, que deixou a com tesão.
Naquele estante você se deixou levar, quem sabe até gostou.! Agora vai pagar por esse vacilo, por ter escolhido um moleque para namorar na sua infância.
Ficarar agora com uma criança no colo lhe chamando de mãe, quando deveria estar com uma boneca, ou um ursinho.
Pense no que eu digo! não de mole. Talvez 15 minutos mal feito de amor traga um aborrecimento para você, pelo resto da sua vida,
seja esperta, pois quem sofre é você e seu filho.
Ante de sair, por favor! Não esqueça a camisinha ...
(No Brasil a cada ano cerca de 20% das crianças que nascem, são filhos de adolescentes.
A maioria garotas com menos de 15 anos)...?...?...?